Quem está online

Nós temos 2 visitantes online

Google Buzz



Seguir no Google Buzz
 
 

Designed by:
SiteGround web hosting Joomla Templates
Início
Marcelo Torres

Beneficência PDF Imprimir E-mail
(0 Votos)
Seg, 16 de Agosto de 2010 09:02
 oportunidades.jpg


Ontem estava falando sobre a beneficência. Comparando com a obrigação.
 
A obrigação é fazer aquilo ao qual somos pagos. É a parte profissional. A beneficência vai além disto, pois é o ato de nos colocarnos no lugar da outra pessoa e fazer o que gostaríamos que nos fosse feito.
 
Um enfermeiro, por exemplo, é pago para cuidar do paciente seguindo os protocolos determinados pela enfermagem e pela orientação médica. Fazer isto é a obrigação pois este é seu trabalho, para isto está sendo pago. Adicionar a esta obrigação um sorriso, gentileza, conforto, boa vontade é ir além da obrigação. Aí está a beneficência. Falei da enfermagem, mas isto se aplica a todas as áreas profissionais. Sempre é possível nos colocar na pele do outro e dar o nosso melhor.
 
Eu chamo isto aproveitar oportunidades para sermos melhores. Podem haver outros nomes para definir esta atitude, mas qualquer que seja sempre irá esbarrar na beneficência que é, ao meu ver, um braço (ou uma demonstração) de amor ao próximo.
 
Devemos ter em mente que oportunidades para fazermos o que temos de melhor não se repetem (pelo menos na mesma configuração). As vezes estamos no lugar certo e na hora certa. Se perdermos a oportunidade não saberemos quando outra aparecerá.
 
Ao mesmo tempo temos o direito de refutar as oportunidades que nos são apresentadas (sob os mais diversos pretextos e desculpas). Só devemos ficar atentos que quando a oportunidade de sermos felizes depende de atitudes de outras pessoas a coisa complica um pouquinho mais pois se nossas atitudes não estiverem estreitamente ligadas a tudo podemos nos perder. Estas oportunidades dificilmente voltam sem alguma dor ou sofrimento. O que acontece é uma troca por causa de prioridades que nós mesmos estipulamos. Aí damos mais atenção a uma coisa do que a outra e neste interim a vida passa sem que percebamos.
 
Temos na mente uma frase antiga que virou moda dizer: "Eu tenho direitos" ou "Eu exijo meus direitos". A pessoa fala esta frase, fecha os olhos e atropela o mundo achando que está certo.
 
Sim, nós temos direitos. Mas devemos lembrar que os outros também tem. E se nossas atitudes forem baseadas neste nosso "direito" os outros poderão fazer o mesmo. E o que antes era simples torna-se complicado.
 
Considero que a chave para as atitudes corretas é a paciência. Mas é bom lembrar que o mundo não está a nossa disposição, que a vida vai andar independente de nossa vontade, que as pessoas irão tomar atitudes melhores para si próprias (muitas vezes baseadas em nossas atitudes). A vida é assim. Tudo interligado e tudo solto ao mesmo tempo. Nos baseamos nos outros para viver ao mesmo tempo em que nossa vida é independente.
 
Não vamos nos prender a ninguém mas ao mesmo tempo podemos ser felizes com alguém. Se este alguém não aparece (ou não está disponível) outro alguém aparece. Existem perdas? Não sei responder. Tudo depende de quem vive e de como encara tudo.
 
E onde entra a beneficência em tudo isto? Nas nossas reações a cada acontecimento. Existem reações normais e reações positivas. Vamos sempre usar o nosso bom senso e agir mediante os fatos que se apresentam no momento de decidir. Vamos optar por nossa felicidade independente da decisão de outras pessoas mas sempre nos colocando no lugar delas e nunca exigindo delas atitudes que não temos capacidade de tomar. Isto é se colocar na pele do outro...
 

Leia 1 comentários... >>
 
Cartão de Crédito PDF Imprimir E-mail
(1 Voto)
Qui, 18 de Junho de 2009 11:49

 

Cartão de Crédito

 

Há muito tempo inventaram uma coisa que facilitou a vida de muita gente. Mas como tudo que é inventado no mundo: É faca de dois gumes.

Falo do Cartão de Crédito.

Eu acho uma facilidade, desde que saiba usar.

No início é interessante comprar sem dinheiro de verdade e pagar depois. Mas se usar sem controle esta facilidade pode sair caro.

Para quem segue as regras de uso não há nenhum perigo. E quais são estas regras? Simples (bem simples).

1. Comprar somente o que tem condições de pagar
2. Sempre pagar o valor total da fatura até o dia de vencimento.

Os juros praticados pelas administradoras de cartões de créditos são realmente abusivos. Mas isto não dá a ninguém o direito de não pagar a fatura.

Algumas dicas interessantes, que eu acumulei ao longo de vários anos como usuário de cartão de crédito.

Compras parceladas:
Só compre parcelado no cartão quando não se tratar de algo que você compra todo mês. Ou seja, parcelar a conta do supermercado no cartão de crédito é porta aberta para o descontrole. Isto porque no mês seguinte você terá de ir ao supermercado novamente e aí vai comprar novamente e uma conta vai juntar-se a outra que ainda não foi paga. Com pouco tempo cria-se o efeito "bola de neve".

Existem muitas coisas interessantes com parcelas pequenas (televisão, aparelho de som, eletrodomésticos em geral, etc). Mas há que se ter um cuidado neste ponto. Muitas parcelas pequenas somadas geram um montante alto no final do mês para ser pago.

Controle a parte:
Não tenha vergonha de ter uma cadernetinha para anotar tudo o que comprou no cartão de crédito. Isto é um controle interessante para que você saiba o quanto vai pagar no dia do vencimento.

Anote sempre a data da compra, onde comprou (loja), o que comprou e o valor. Se a compra foi parcelada, anote também quantas parcelas e o valor de cada parcela. Não se esqueça de levar o valor de cada parcela para os outros meses também.

Feche os olhos:
Sim, feche os olhos para os "atrativos" que a administradora oferece. Já cansei de receber propostas para parcelar minha fatura em quatro ou cinco vezes. É o que eu chamo de "proposta indecente", pois no mês seguinte vou receber uma outra fatura. E aí? Vou parcelar também?

Limite para gastos:
O limite que a administrador coloca para gastarmos não significa que podemos gastar tudo isto. Já tive cartão com limite superior a R$10.000,00 (isto mesmo: dez mil reais).

Jamais olhe este limite como sendo vantajoso.

Emprestar cartão:
Exceto se você confiar muito na pessoa a quem você empresta o cartão, jamais faça isto. Por uma razão simples: Se a pessoa não pagar você vai ter de pagar de qualquer forma.

Seguro:
Normalmente as administradoras vendem um seguro contra perda ou roubo do cartão. Não é necessário pagar este seguro se não quiser.

Eu pago por um motivo: Não quero burocracia na hora que eu precisar.

Mas se não quiser pagar é só ficar atento. Perdeu seu cartão comunique imediatamente a administradora e registre um boletim de ocorrência na polícia. A administrador vende a idéia que se alguém usar indevidamente o seu cartão você terá de pagar. Mas aí eu pergunto: E A ASSINATURA NO TICKET DE COMPRA? Se a assinatura não for a sua você não precisa pagar. Caso isto aconteça peça os comprovantes de compra e cheque a assinatura. Se não for a sua recuse-se a pagar.

Compras via internet:
Todo mundo pergunta se isto realmente é seguro. Eu digo sempre que sim. Mas há que tomar alguns cuidados. O primeiro cuidado e o mais básico é observar se o site que está comprando é seguro. Para ver isto, olhe na barra inferior do browser (Internet Explorer, Firefox, etc) se existe um desenho de um pequeno cadeado fechado. Se houver significa que o site está seguro.

Além disto, prefira sites conhecidos (que tem um nome a zelar) como: Submarino, Americanas.com, etc.

Mesmo assim existem riscos? Sim! Claro que sim!

Mas raciocine comigo: Corremos o mesmo risco quando vamos a um restaurante e pagamos com cartão de crédito. Quem garante que o garçon ou a pessoa que fica no caixa não irá anotar o número do cartão para fazer comprinhas via internet?

Não aconselho usar cartões de crédito numa Lan-House. Isto porque não conhecemos o computador que estamos utilizando e como é de uso público muita coisa pode ser instalada com a finalidade gravar números de cartões e senhas.

Anuidade:
Este é um problema... As administradoras cobram anuidades pelos cartões. Mas saiba que estas são negociáveis.

Quase todo ano eu ligo na administradora e negocio a minha. Normalmente ganho um bom desconto.

O desconto fica mais fácil de ser conseguido quando temos outro cartão ou temos um bom tempo que estamos com este cartão com compras regulares.


Concluindo. Ouço muita gente dizendo que o cartão de crédito é ruim e que não usam mais. Eu sempre complemento a fala destes (em pensamento, obviamente): "Quem não sabe realmente é melhor não usar".

E é isto mesmo. Para quem sabe usar é um excelente recurso... Podemos fazer uma compra agora e, dependendo do dia, temos até 35 dias (em média) para pagar sem nenhum acréscimo.

Pode ser ruim, pois é muito fácil perder o controle. Necessita de um esforço de nossa parte para controlar nossos gastos e colocar freio em nossos impulsos de compra.

 


Leia 0 comentários... >>
 
Decepções PDF Imprimir E-mail
(0 Votos)
Ter, 03 de Agosto de 2010 12:52
decepcao.jpg 
 



 
Quem nunca sofreu por uma decepção na vida? É claro que todos nós já passamos por esta situação desagradável.
 
Qual é o remédio para a decepção? Não existe! Não há como moldar o comportamento dos outros (mal conseguimos moldar os nossos comportamentos, que dirá dos outros). Então iremos nos decepcionar sim! E muito.
 
Na verdade eu até torço para que eu me decepcione muito pois isto, para mim, é o sinal claro que nunca deixei de confiar nas pessoas. O dia que eu não mais me decepcionar vou saber que minha confiança no ser humano diminuiu (ou acabou). Vou sempre esperar que as pessoas tomem as melhores atitudes, vou sempre esperar que as pessoas cumpram as promessas que fizeram, vou sempre esperar que as pessoas ajam positivamente e dentro daquilo que se propuseram. Isto, na minha opinião, é acreditar no ser humano. E eu acredito!
 
Deixar de acreditar nas pessoas significa que vou viver desconfiado de tudo e de todos. Vou sempre achar que tem alguém querendo me passar a perna. Vou sempre pensar que todos estão esperando apenas uma brecha de minha parte para me prejudicar. Sinceramente não acho que isto seja uma maneira saudável de viver.
 
Por isto não vou deixar de acreditar no ser humano. Sempre vou me surpreender com as coisas que as pessoas fazem (comigo ou com outras pessoas).
 
É claro que a decepção gera uma repulsa incrível contra a pessoa que nos decepcionou. Afinal de contas alguém que tinha a nossa confiança, de uma hora para outra, passar a não ter é uma mudança muito radical e difícil de administrar. O ato de cortar um laço que antes era forte (senão não haveria decepção alguma) é sempre traumático e as vezes leva tempo.
 
Mas é bom termos em mente que o tempo passa, que o calor da situação vivida esfria, que o sentimento (ruim) que tínhamos durante o momento difícil se esvai e que passamos a encarar tudo como mais naturalidade. Qual o tempo que isto leva? Não sei! Isto varia não só de pessoa para pessoa, mas (principalmente) com o grau de confiança que tínhamos com quem nos decepcionou.
 
É difícil consertar uma relação confiança quebrada. A quebra de confiança produz marcas que podem ser tão profundas quanto o valor que dávamos para o relacionamento.
 
Mas tem um lado que devemos nos preocupar muito mais. Devemos ter uma preocupação grande em não decepcionar. Se já sofremos uma decepção alguma vez na vida sabemos o quanto é ruim, portanto, não devemos ser nós a decepcionar alguém. Pior do que ser decepcionado é (sem sombra de dúvida) decepcionar.
 
E o que podemos fazer para não decepcionar? Em primeiro lugar ser verdadeiro em tudo desde o começo. Se não gosta diga que não gosta. Se sente inseguro diga que sente inseguro. Se tem preocupações que envolvem outra pessoa, deixe-a informada. Cuide para que não tome atitudes inversas num curto espaço de tempo (agir de uma forma hoje e amanhã agir num outro extremo nunca é de bom alvitre).
 
Gosta que as pessoas sejam transparentes com você? Então faça a sua parte e seja também! As chances de você decepcionar alguém sendo transparente são mínimas.
 
Lembre-se que a maioria das decepções são frutos da imaturidade aliada à impulsividade nas atitudes.
 

Leia 0 comentários... >>
 
Erros PDF Imprimir E-mail
(3 Votos)
Qua, 05 de Agosto de 2009 09:34

 

Erros

 

Quem nunca cometeu algum erro que atire a primeira pedra em quem comete! É um plágio de uma passagem bíblica que tem muito fundamento.

Mas, venhamos e convenhamos, jogar pedra é sempre muito fácil. Há quem sinta prazer nisto (o que não é o meu caso).

Não sou a favor do erro (claro que não), mas já que os cometemos então que tal tirar algum proveito dele? Vamos analisar o erro de forma positiva?

Uma pessoa a quem muito considero tem um texto de autoria do escritor Paulo Coelho que retrata bem a utilidade do erro:
"Todo Guerreiro de Luz já ficou com medo de entrar em combate... Todo Guerreiro de Luz já traiu e mentiu no passado... Todo Guerreiro de Luz já trilhou um caminho que não era dele... Todo Guerreiro de Luz já sofreu por coisas sem importância... Todo Guerreiro de Luz já achou que não era um Guerreiro de Luz... Todo Guerreiro de Luz já falhou em suas obrigações espirituais... Todo Guerreiro de Luz já feriu alguém que amava...  Por isso é um Guerreiro de Luz... porque já passou por tudo isso e não perdeu a esperança de ser melhor do que era."

Este texto sintetiza a utilidade do erro e o que precisamos de fazer.

Uns dois anos atrás reencontrei uma amiga que a quase dez anos não via. Na conversa que tivemos eu disse a ela que não tinha problemas em admitir meus erros. E ela, brincando, me disse: "O problema é que você não erra, né?" O tom foi de brincadeira, tudo foi brincando mesmo. Mas fiquei com aquilo na cabeça porque retratava uma verdade. Para me fazer admitir que estava errado quase que o mundo precisava girar ao contrário. Ou seja, por mais que divulgasse que admitia meus erros fazia exatamente o contrário, pois arranjava mil artifícios para provar que não estava errado (ou que estava menos errado). Bem, eu acho que mudei em alguma coisa...

O fato é que não iremos deixar de errar e que a cada erro cometido é um ensinamento a mais que temos. Sabemos onde não devemos pisar.

O que não devemos fazer é criar um trauma a cada erro cometido. Devemos nos permitir errar porque o erro sempre vai nos trazer algum benefício (SEMPRE). Se adotarmos uma postura de que não temos o direito de errar fatalmente iremos cultivar uma frustração e uma depressão, porque os erros irão acontecer independente da nossa vontade e quando acontecerem nos sentiremos fracassados por não conseguir impedi-los. Então vamos nos permitir errar sim.

Cada erro cometido pode nos derrubar, pois junto com ele vem uma série de sofrimentos. Mas guarde a lição que o erro trouxe, ela será muito útil em nossa vida.

Vale, ainda, a lição de William Shakespeare:
"O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum."

 


Leia 0 comentários... >>
 
O Lado Bom PDF Imprimir E-mail
(0 Votos)
Sáb, 13 de Junho de 2009 16:45

 

Sorria

 

Eu sempre procuro ver o lado bom das coisas. Não acredito que estejamos aqui para sofrer, mas, pelo contrário. Estamos aqui para sermos felizes. E o Universo inteiro conspira para a nossa felicidade. O problema é que muitas vezes não enxergamos isto (e as vezes até fechamos propositadamente os nossos olhos).

De tanto falar desta forma um casal amigo me disse que sempre lembra de mim quando vê alguma coisa ruim, pois, em tudo o que é ruim eu sempre vejo alguma coisa boa. É o meu lado otimista falando alto. E eu faço desta visão deste casal amigo um ideal para mim. Nem sempre sou assim... Mas ao falar racionalmente sou assim mesmo.

Acredito que o Universo inteiro esteja funcionando corretamente. Tudo está encadeado de uma forma assustadora (devido a tanta organização).

Ver o lado bom de tudo eu encaro como uma necessidade, pois o contrário nos faz ficar depressivos e extremamente desagradáveis.

Não é ignorar as coisas ruins que acontecem ao nosso lado. Mas ver nestas coisas ruins alguma boa finalidade. As vezes as pessoas me perguntam:
- Vi uma notícia de um assassinato na televisão. Qual é o lado bom disto?

É óbvio que isto é feito em tom de desafio, né? Não gosto deste tipo de desafio, porque se eu vencer o desafio a pessoa que o propôs é tida como perdedora e isto a incentivará (na maioria das vezes) a procurar outro desafio, até encontrar um que eu perca. Se eu perder o desafio a pessoa vai achar que eu sou maluco ou alienado por viver uma realidade que ela não concorda. Ou seja, neste tipo de desafio não importa o resultado eu vou sempre perder! rsrs... Mas para esta pergunta eu respondo algo tradicional:
- O lado bom é que nos serve de exemplo para que nas mesmas condições e situações não façamos a mesma coisa!

Para quem é adepto ao Espiritismo (como eu) a resposta costuma ser um pouco mais longa, pois costumo embutir a filosofia espírita.

Não precisamos provar para quem quer que seja que tudo tem o seu lado bom. Temos de ter certeza disto. E isto é individual. Eu tenho as minhas convicções e sei que isto é possível. A partir do momento em que acreditarmos que em tudo existe algo de bom passamos a nos preocupar em identificar isto. E este processo é extremamente benéfico para a nossa saúde psíquica.

Não se preocupe se não conseguir achar algo de bom em algumas coisas complicadas (tem coisas que são realmente difíceis de engolir), mas tudo é uma questão de treino. E a verdadeira intenção é fazer com que não tenhamos a atitude de condenar as coisas de forma automática. Pelo contrário, que tenhamos a mentalidade de procurar os porquês e a partir disto tomar uma opinião ajuizada sobre o assunto.

E quando tudo desmoronar, ou seja, quando realmente não encontrarmos nada de bom é hora de separarmos as pessoas dos acontecimentos. Os acontecimentos podem ser condenáveis, mas as pessoas não! Repudie o acontecimento e ame as pessoas...
 
aprendi também, com alguém muito especial, que o amor é uma arma secreta, rsrs...

 


Leia 0 comentários... >>
 
« InícioAnterior12345678910PróximoFim »

Página 9 de 30
Marcelo Torres, Powered by Joomla! and designed by SiteGround web hosting