Psicologia

Vamos falar de ansiedade?

O transtorno de ansiedade é o mais comum de todos os transtornos psiquiátricos e resulta num grande sofrimento e comprometimento funcional.

A ansiedade é definida como um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por uma tensão ou desconforto derivado de antecipação do perigo, de algo desconhecido ou estranho e pode ser tão intensa e desagradável que impede o funcionamento adequado do indivíduo.

A ansiedade é uma emoção. Existem emoções básicas, que são aqueles que (normalmente) se desenvolvem nos seis primeiros meses de vida nos seres humanos. As cinco emoções básicas são: O medo, a tristeza, a felicidade a raiva e o nojo.

As emoções são fenômenos complexos, os quais afetam nossos pensamentos, nosso corpo e nosso comportamento. Cada uma destas emoões gera uma expressão facial diferente e (as vezes) uma reação corporal (ou fisiológica) diferente. Com isto, estas emoções são reações intensas e conscientes, originadas de nossa avaliação a determinado acontecimento ou situação.

A ansiedade tem por objetivo criar um alerta para uma ameaça, para que o indivíduo se prepare para reagir de forma adequada. A ansiedade desencadeia várias mudanças fisiológicas. Mudanças estas que tem o objetivo de auxiliar no foco para lidar com a ameaça repentina.

A ansiedade se manifesta no que dizemos e como pensamos, no modo como nos comportamos (evitando situações ou ficando em alerta contra algum problema ou perigo) e em mudanças físicas (batimento cardíaco acelerado, respiração curta e/ou expressão facial).

Em níveis mais elevados, é chamado de Transtorno de Ansiedade Generalizado (TAG) que, segundo estudos, é um estado de ansiedade que persiste e envolve preocupação crônica, excessiva e evasiva, causando sintomas físicos ou mentais de ansiedade, resultando então em prejuízo no funcionamento do dia a dia do indivíduo.

Os principais sintomas ou características da ansiedade são:

  • Nervosismo
  • Preocupação
  • Tremores, palpitação, espasmos musculares
  • Tensão muscular, dores muscular, nevralgia
  • Inquietação
  • Cansaço fácil
  • Falta de ar
  • Batimento cardíaco acelarado
  • Transpiração (não resultante de calor)
  • Boca seca
  • Tonteira ou vertigem
  • Náusea, diarréia ou problemas estomacais
  • Aumento na urgência urinária
  • Rubores (calores) ou calafrios
  • Dificuldade para engolir (ou “nó na garganta”)
  • Sentindo-se tenso ou excitado
  • Facilmente assustado
  • Dificuldade de concentração
  • Dificuldade para adormecer ou dormir
  • Irritabilidade
  • Evitando lugares onde posso ficar ansioso
  • Pensamentos de perigo
  • Sentindo-me incapaz de lidar com as dificuldades
  • Pensamentos de que algo terrível irá acontecer

Estes sintomas (ou características) podem estar presentes em conjunto ou separadamente, de intensidade leve ou intensa. A presença de apenas um dos itens não caracteriza a ansiedade, mas quando a ansiedade está presente mais de um item se apresenta.

Ansiedade na infância

Apesar de se falar na ansiedade atingindo outras faixas etárias da sociedade, é possível identificar o transtorno sendo diagnosticado na infância.

Os primeiros relatos clínicos de crianças sofrendo por ansiedade datam do início do século XX. Foi observado um aumento considerável na ansiedade infantil devido a contextos sociais, como a Segunda Guerra Mundial, que resultou em inúmeros órfãos.

O transtorno de ansiedade de separação é o único transtorno típico da ansiedade que acontece exclusivamente na infância e adolescência, e pode ser caracterizado pela ansiedade excessiva com foco no afastamento do lar e de figuras que são vinculadas à criança. É uma ansiedade gerada devido à insegurança extrema e incerteza em relação ao ambiente do lar e aos cuidadores, podendo ser diagnosticada assim quando interfere no desenvolvimento ou funcionamento da vida diária da criança.

Alguns estudos mostram que o transtorno de ansiedade generalizada na infância é o precussor de outros transtornos que surgem na vida adulta. Sendo assim é necessário (e urgente) o diagnóstico e tratamento desde o período da infância.

Ansiedade na adolescência

A adolescência é uma fase da vida em que se desenvolve um conjunto de mudanças evolutivas na maturação física e biológica, ajustamento psicológico e social do indivíduo. São grandes as adaptações que os jovens têm que fazer durante o seu desenvolvimento.

Neste período ocorrem várias mudanças no corpo. Mudanças estas que causam repercussão direta na personalidade e na sua atuação na sociedade. Há uma preocupação com esta etapa, especialmente nos seus aspectos comportamentais e adaptativos.

Esta fase pode ser definida como um período crucial de reorganização de sua identificação individual, uma vez que novos significados geram novos movimentos em sua personalidade.

Durante a adolescência eles enfrentam realidades diferentes das que já enfrentaram e diante disso, reagem e sentem-se ansiosos achando difícil se adaptar a essa nova fase.

O adolescente vive em constantes desafios, com relação a problemas reais ou a situações imaginárias frente ao mundo, que espera dele respostas adequadas em várias situações.

Neste contexto, torna-se de grande valia o conhecimento e o monitoramento da manifestação da ansiedade no adolescente que aponte em quais situações essa característica tende a ocorrer com mais frequência.

Neste contexto é possível compreender a pressão sofrida (e/ou criada) por um adolescente durante esta fase de mudanças físicas, psicológicas e sociais. Diante do volume destas adaptações que devem ser feitas, são encontradas dificuldades. Porém, são adolescentes lidando com tudo isto. Soma-se a estas mudanças, o fato da sociedade (a começar pela própria família) esperar respostas adaptativas.

Além de todos os fatores que incluenciam diretamente no comportamento do adolescente, contribuindo para a formação da personalidade, ainda é preciso considerar as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, entre outras) que fazem com que os adolescentes iniciem sua experimentação da vida adulta e da realidade vivida pelos adultos (juntamente com seus problemas). Com isto novos padrôes são moldados e a impossibilidade de atingir estes padrões constituem geradores de ansiedade.

Ansiedade na fase adulta

De acordo com pesquisas, o transtorno de ansiedade vem crescendo exponencialmente conforme o tempo e o contexto social que muda em torno, especialmente, do adulto. Desta forma, em estudos, observa-se que, dentre os transtornos psiquiátricos, a ansiedade se mostra sendo a mais comum.

A vida de um adulto é repleta de dificuldades, caracterizada por novas mudanças, maiores responsabilidades e uma busca crescente por autonomia, independência, dentre outras obrigações e expectativas no decorrer da fase adulta que podem acarretar um transtorno de ansiedade e, assim, maior dificuldade de realização de seus objetivos.

Observa-se maior crescente do transtorno especialmente no começo da vida adulta. Muitas vezes o jovem adulto se vê colocado em dificuldades de forma precoce, sem grandes preparações e amadurecimento o suficiente, fazendo com que o sentimento de desamparo aumente e, consequentemente, ocorrendo um agravo no transtorno de ansiedade.

Importante destacar como os fatores externos têm uma influência grande no transtorno em relação à fase adulta. A urgência de conseguir um emprego, a competitividade para tal e a importância de suprir essa necessidade de independência e até mesmo liberdade, além de atender as obrigações da formação familiar. Tudo isso e mais apenas mostra como o adulto tem a tendência de atender as exigências da contemporaneidade e, muitas vezes, sem se encontrar preparado e amparado para tais responsabilidades da vida adulta e moderna.

Ansiedade na terceira idade

Há de se observar, em relação a ansiedade, que quando se chega na terceira idade, há uma dominância do transtorno em relação a idosos com menor grau de escolaridade ou que apresentam doenças crônicas. Segundo Machado (2016), o fator da saúde é o principal foco nesta faixa etária, especialmente quando se há o diagnóstico de ansiedade que pode, principalmente, prejudicar a qualidade de vida de pessoas já fragilizadas fisicamente.

A ansiedade é considerada uma das maiores causas de incapacidade no mundo, causando um impacto importante na qualidade de vida, independentemente da idade. Mas quando se fala de pessoas com mais de 60 anos, há um peso maior, pois os considerados idosos, sofrem quando há restrição em sua dependência física que já é mais debilitada. Existem evidências comprovadoras de que doenças predominantes em idosos, como as cardiovasculares, hipertensão e demais doenças respiratórias, entre outros, estão geralmente associados à ansiedade. O transtorno é capaz de agravar o comprometimento da qualidade de vida de pessoas que contém essas dificuldades de saúde ou, ainda, além disso: a ansiedade pode ser intensificada pela saúde já prejudicada.

Os sintomas mais comuns de ansiedade na terceira idade giram em torno, portanto, de questões relacionadas à saúde, próprias do envelhecimento, além de problemas financeiros advindos disso e o medo do abandono. Tudo isso pode causar repercussões de forma negativa na qualidade de vida já debilitada do idoso.

Estudos afirmam que o padrão de vida de idosos com altos níveis de ansiedade são piores do que o padrão de vida de idosos que não sofrem com o transtorno. A ansiedade, desta forma, está fortemente ligada ao aumento da mortalidade e piora no quadro de saúde de forma geral, o que torna o tema de extrema importância e urgência para ser tratado.

Números da ansiedade no Brasil

Em estudo realizado em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que o Brasil possui, se comparado a todos os outros países do mundo, o maior número de pessoas ansiosas. São 18,6 milhões de brasileiros que sofrem com algum tipo de transtorno de ansiedade.

Os dados evidenciam ainda que o universo feminino é o mais afetado: 3,6% dos homens apresentam o problema, enquanto no caso das mulheres o número dobra, chegando a 7,7%.

A psicanálise e o diagnóstico do transtorno de ansiedade

Uma característica da ansiedade é a presença de preocupações excessivas e incontroláveis sobre diferentes aspectos da vida. A ansiedade representa um papel central no funcionamento do aparelho psíquico. Como reação do ego a uma ameaça interna, originada de impulsos instintivos proibidos, a ansiedade é experimentada, a nível da consciência como dor mental.

Para melhor compreender como a psicanálise enxerga a ansiedade é necessário entender um pouco a respeito das estruturas da personalidade.

Durante muito tempo, os distúrbios psicológicos foram considerados loucura e possessão diabólica. Foi a partir dos estudos do neurologista Sigmund Freud que esse tipo de doença passou a ser visto como um problema causado por processos orgânicos e psicológicos.

A partir daí o especialista percebeu que muitas atitudes humanas são condicionadas pelo inconsciente. Freud estimou, então, que o acesso ao inconsciente individual possibilitaria encontrar as respostas para os problemas psicológicos. Com essa ideia, ele propôs a interpretação de sonhos e a livre associação como métodos para acessar camadas mais profundas da mente e buscar a cura.

Em 1923, Freud desenvolveu um modelo estrutural da personalidade, organizando o aparelho psíquico em três estruturas: ID, ego e superego. Cada uma delas é responsável por um aspecto da personalidade humana, regendo a interação do indivíduo com outras pessoas.

Superego: aspecto moral da personalidade, produto da internalização dos valores e padrões recebidos dos pais e da sociedade.

O ID é a fonte de energia psíquica e o aspecto da personalidade relacionado aos instintos. É totalmente inconsciente, sendo formado pelas pulsões, instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes.

O ID funciona de acordo com o princípio do prazer, buscando sempre o que gera prazer e evita o desprazer. O ID é impulsivo, busca uma solução imediata para as tensões, não aceita frustrações e não conhece inibição. Além disso, esse aspecto desconhece juízo, a lógica, os valores e a moral.

O ego é aspecto racional da personalidade responsável pelo controle dos instintos, servindo como mediador e facilitador da interação entre o ID e as circunstâncias do mundo externo.

O ego representa a razão ou a racionalidade, ao contrário da paixão insistente e irracional do ID. O ego obedece ao princípio da realidade, refreando as demandas em busca do prazer até encontrar o objeto apropriado para satisfazer a necessidade e reduzir a tensão. A principal função do ego é buscar uma harmonização entre os desejos do ID e a supervisão/realidade/repressão do superego.

O superego é a parte moral da mente humana que representa os valores da sociedade. O superego tem três objetivos:

  • Reprimir, por meio de punição ou sentimento de culpa, qualquer impulso contrário às regras e ideais;
  • Forçar o ego a se comportar de maneira moral, mesmo que irracional;
  • Conduzir o indivíduo à perfeição.

O superego forma-se após o ego, enquanto a criança assimila os valores recebidos dos pais e da sociedade. Ele pode funcionar de uma maneira bastante primitiva, punindo o indivíduo não apenas por ações praticadas, mas também por pensamentos inaceitáveis. O superego tem o pensamento dualista (tudo ou nada, certo ou errado, sem meio-termo) e está sempre em conflito com o id.

Vamos a um exemplo prático da integração entre estas três estruturas:

Imagine que você acorda em uma segunda-feira ensolarada e precisa ir trabalhar. O ID entra em ação quando você pensa ou decide não ir ao trabalho, aproveitando o dia ensolarado para fazer um passeio.

O ego traz a razão e mostra que você deve ter responsabilidade e encontrar outra oportunidade para fazer esse passeio, apontando que o mais prudente no momento é ir ao trabalho. O Superego, por fim, acredita que uma atitude dessas é inaceitável, e que você merece punição caso tome essa decisão.

Para a Psicanálise, os distúrbios psicológicos e os conflitos surgem a partir da interação disfuncional entre as três estruturas.

A ansiedade surge como um mecanismo de defesa (em meio a outros que já existem). E, por causa da ansiedade, outros mecanismos de defesa podem ser acionados, como: Regressão, recalque, isolamento, formação reativa, identificação (projetiva, introjetiva, por deslocamento), projeção (depositada, fantasias projetivas, generalização projetiva, pensamento reverberante, transferência de culpa) e sublimação.

Segundo a psicanálise, a ansiedade pode ser uma preocupação com a punição (culpa) pelos impulsos do ID e pela falta de controle do ego.

Cuidados com a saúde mental

Algumas atitudes podem favorecer não só o controle da ansiedade mas como a sua prevenção:

  • Tenha pequenos momentos de lazer, que te tragam satisfação
  • Cuidado com o uso de substâncias tóxicas, como álcool, tabaco e outras drogas
  • Cuidado com as cobranças digitais
  • Separe o lazer do trabalho e não fique online o tempo inteiro
  • Cuide do sono e escolha ambientes escuros para dormir
  • Identificar os sinais de que saúde mental não vai bem é o primeiro (e fundamental) passo. Alguns deles são: perda de prazer em atividades que você gosta, alterações no sono e no apetite e grande dificuldade de concentração
  • Procure ajuda médica sempre que necessário, e não tente resolver tudo sozinho(a). Todo sofrimento pode e deve ser aliviado, e o SUS oferece atendimento nas UBS, nos CAPS e nos ambulatórios de saúde mental
  • Se você não conseguir criar vínculo com o primeiro psicólogo que te atender, não desista. O vínculo é importante para o tratamento, e é possível conseguir isso com outro profissional e/ou outra abordagem terapêutica
  • Por outro lado, trabalhe as expectativas: não é sempre que o paciente sai sorrindo da sessão, e não há fórmula mágica e rápida, pois se mexe com feridas emocionais profundas. Valorize o processo
  • Se for necessário fazer uso de medicação, seja paciente, pois o resultado não é imediato, e pode ser que você não se adapte ao primeiro remédio. Comunique isso ao seu médico e persista. Se possível, alie o medicamento à terapia
  • O paciente precisa ser ativo no processo de melhora. Ele(a) e os profissionais de saúde são uma equipe

Tratamento para ansiedade

A ansiedade pode e deve ser tratada, para que seja possível resgatar a qualidade de vida que se tinha antes de os sintomas aparecerem.

O ansioso tem algumas crenças a respeito do meio que o cerca que são irreais, e o seu comportamento acaba sendo o reflexo disso. A psicologia dispõe de vários métodos de tratar a ansiedade, nas mais diversas abordagens.

Outra sugestão muito simples para tratar a ansiedade é aprender a respirar. O ansioso normalmente respira pelo tórax, rápida e superficialmente. Temos a respiração diafragmática (ou abdominal), muito praticada na ioga, que é mais profunda e lenta. Ela mantém o equilíbrio entre o oxigênio e o gás carbônico no sangue, o ritmo adequado dos batimentos cardíacos, e é muito fácil de fazer.

Essa respiração deve ser exercitada todos os dias, três vezes ao dia, por cinco minutos de cada vez. Ao dominar a técnica, você pode usá-la quando os sintomas físicos surgem. O alívio é rápido. O mindfulness, a meditação e os exercícios físicos também podem ser bastante eficazes.

Para casos mais graves, um médico deve ser procurado para prescrição do uso de medicação. É preciso ter critérios de prescrição e evitar resistências ao tratamento principalmente por parte até de alguns terapeutas que mesmo vendo seus pacientes com muito sofrimento não o encaminham rapidamente ao psiquiatra.

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